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sábado, 12 de agosto de 2017

Chica, pelo amor de Deus!

Mais um sábado, mais um BRINCANDO COM A CHICA! A cada semana Chica nos dá mais uma palavra bem sugestiva:


A vaca, na Índia, é animal sagrado.

A tradição nasceu com o hinduísmo. Os Vedas, coletânea de textos religiosos de cerca de 1500 a.C., comentam a fertilidade do animal e o associam a várias divindades. Outra escritura hinduísta fundamental, o Manusmriti, compilado por volta do século I a.C., também enfatiza a importância da vaca para o homem. Nos séculos seguintes, foram criadas leis elevando gradualmente o status religioso bovino. No sistema de castas que ainda vigora na sociedade indiana, a vaca é considerada mais “pura” até do que os brâmanes (indivíduos pertencentes à casta mais elevada, dos sacerdotes) – por isso, não pode ser morta nem ferida e tem passe livre para circular pelas ruas sem ser incomodada. O leite do animal, sua urina e até mesmo suas fezes são utilizados em rituais de purificação.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Ecologia e turismo

Você sabe que só amamos o que conhecemos e só conservamos o que amamos, né? O Pantanal é o maior bioma brasileiro, a maior planície alagável do mundo! E, também o menos conhecido por nós brasileiros... 
Tem vontade de conhecer o Pantanal, mas não sabe por onde começar? Confira a lista abaixo e não esqueça: na mala não pode faltar tênis confortáveis, boné ou chapéu, protetor solar e repelente… E, é claro, muita disposição!


Pra começar, uma das melhores opções é visitar a Estrada Parque que possui 120 km de extensão entre as cidades de Corumbá e Miranda e oferece dezenas de pontes para parar e observar os animais da região como jacaré, paca, capivara, tamanduá, macaco, quati e, se der sorte, até onça. A sugestão é ir com um tour organizado com guia, porque o passeio fica mais rico. Mas se quiser ir dirigindo o ideal é alugar um 4×4, pois em algumas épocas do ano – normalmente de janeiro a junho, a estrada pode conter partes alagadas. Esse é um passeio que pode ser demorado (cerca de quatro horas), e como todo o trecho é de estrada de chão a dica é reservar o dia e não esquecer a água, repelente e um lanchinho.

Ir ao Pantanal e não passear de barco é como ir ao Rio de Janeiro e não visitar o Cristo Redentor! E opções não faltam. Há desde os barcos luxuosos, com refeições incluídas até os barcos a remo em que cabem poucas pessoas. As embarcações menores são mais genuínas e o passeio fica mais interessante com aquele barqueiro pantaneiro que tem os olhos treinados para mostrar os jacarés e belas aves do Pantanal.

A focagem noturna é outro passeio imperdível! De barco ou de carro, o objetivo é visualização de animais como jacarés, cervos, lobos, e, é claro, as famosas onças! Muitos desses animais têm hábito noturno, o que facilita achá-los, e quando isso acontece, a emoção é muito grande. Essa modalidade demora em torno de 2h30 e é mais focada nos adeptos de aventura! Várias pousadas fazem esses passeios nas trilhas das propriedades ou em rios próximos. Vale a pena conferir!

Para encerrar a nossa lista em alto estilo está o passeio a cavalo, que, segundo os pantaneiros, é a melhor forma de conhecer a região. Opções não faltam. As diversas pousadas e empresas de turismo oferecem a atração. Com cerca de duas horas os trajetos são por áreas alagadas, pastos, campos abertos, cordilheiras, corixos e lindas paisagens pantaneiras. Os cavalos são bem tratados e obedientes. Esse é um passeio obrigatório! Nada como se sentir um pouquinho pantaneiro, não é mesmo?
matéria de Rafael Ferreira para ((o))eco 
Fotos: Valdemir Cunha; Daniel de Granville; Haroldo Palo Jr. 


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

A maior reserva marinha do mundo!

Representantes de 24 países mais a União Europeia estiveram na reunião anual da Comissão para a Conservação dos Recursos Vivos Marinhos Antárticos (CCRVMA) e criaram a maior reserva marinha do mundo no Mar de Ross, na Antártica. Com isso, pelos próximos 35 anos, 1,55 milhão de Km² serão zonas livres de pesca.


O acordo que transforma o Mar de Ross em área protegida finalmente saiu do papel após cinco tentativas de proteger o local considerado como o “último oceano sem contaminação do planeta”. As águas geladas do mar Antártico recebeu o nome de Mar de Ross em homenagem ao explorador britânico James Ross.
O acordo que transforma a área em local proibido pra pescar e tem validade de 35 anos. Depois disso, será necessário que os países membros da CCRVMA decida novamente, por unanimidade, a prorrogação da reserva.
foto: NasaIce; matéria ((o))eco


quarta-feira, 12 de outubro de 2016

De volta para casa

Na segunda-feira, 10/10, cerca de 16 pinguins foram devolvidos ao mar na praia de Moçambique, localizada em Florianópolis. Os animais foram submetidos a um tratamento de 45 dias, que envolveu medicação, alimentação e ingestão de vitaminas para eles até que engordassem e alcançassem o peso de 3,5kg. Os cuidados ocorreram no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Parque Rio Vermelho, coordenado pela Fundação Catarinense do Meio Ambiente (Fatma). O trabalho é importante para a recuperação dos animais, uma vez que a chegada de pinguins no mar de Santa Catarina é comum nos períodos que vão de junho a outubro. Eles vêm da Patagônia, na Argentina e, no caminho, muitos se perdem e acabam adoecendo.
Por Sabrina Rodrigues para ((o))eco. Foto: Fatma/Anne C aroline Anderson


quinta-feira, 30 de junho de 2016

Todos os dias morre uma Juma

Juma era mascote do 1º Batalhão de Infantaria de Selva do Exército. A onça foi abatida após ser exposta durante o revezamento da Tocha Olímpica em Manaus e escapar. Talvez a comoção que sucedeu  o trágico fim da onça-pintada Juma desperte a sociedade para os conflitos socioambientais brasileiros. Trabalhar as dimensões humanas da conservação e manejo de animais silvestres é mais do que necessário, é urgente.
Todo dia morre uma onça-pintada - pior, várias - em decorrência de pessoas que ainda insistem em abater esses indivíduos por prazer, por status, para aprisionar sua beleza singular em um tapete sob o qual jaz o escrúpulo humano. E não me venham com a história de que faz tempo que esse tipo de criatura não habita mais a Terra; Todo dia morre uma onça-pintada atropelada por excesso de velocidade, por falta de reconhecimento de governos da necessidade de passagens de fauna nas estradas para a segurança de pessoas e animais; Todo dia morre uma onça-pintada para que seu filhote seja feito de mascote, vendido numa fronteira do Brasil, principalmente se for melânico, criado por comunidades ribeirinhas até que se torne um problema para a segurança pública e para os órgãos ambientais. Há dezenas de grandes felinos em condições inadequadas de cativeiro precisando de destinação, muitas vezes insalubres, apesar dos esforços daqueles que se dedicam a melhorar suas condições de vida. Verba e estrutura nunca chegam.
Todo dia morre uma onça-pintada quando esta é subtraída da natureza e fica incapacitada de exercer seu papel biológico. Salvo os programas de cativeiro onde esses indivíduos são incluídos em planos de manejo sérios, que visam a conservação da espécie. Para que fique claro, cabe a sociedade demandar esclarecimentos e cabe ao poder público apurar o acidente. Em qualquer esfera e instituição, seja ela pública ou privada, condutas abusivas precisam ser combatidas, revisadas e corrigidas. Nem sempre exibição de animais em público será sinônimo de conservação. Mas acredito que um animal acorrentado e exibido num evento desta magnitude foi um despropósito para a proteção da onça-pintada no Brasil. Sinto vergonha de que o mundo tenha presenciado tamanha infelicidade.
O tiro desferido contra Juma é a metáfora perfeita do dano que praticamos contra nossa biodiversidade. E a mudança cabe a todos nós. Apesar do desabafo, espero que todos os projetos sérios de conservação de onça-pintada de cativeiro e vida livre sejam amplamente divulgados e apoiados. E que suas equipes sejam reconhecidas.
Por Mirella Lauria D’Elia - Foto: Vandré Fonseca ((o))eco


quarta-feira, 22 de junho de 2016

Mamífero raro

O saola (Pseudoryx nghetinhensis) é um bovino raro encontrado nas florestas de altitude das Montanhas Anamitas que se estendem sobre o Vietnã e o Laos. O "unicórnio asiático" foi descoberto em maio de 1992 e foi o primeiro mamífero de grande porte descoberto pela ciência desde 1937. Até hoje pouco se sabe sobre o animal: ele não existe em cativeiro e, esquivo, é raro vê-lo. 
As informações disponíveis indicam que a espécie está em um declínio em razão da caça intensa e da fragmentação de seu habitat para construção de estradas e desmatamento para madeireiras. Apesar das tentativas de conservação, nenhuma parte da área de ocorrência da espécie é efetivamente protegida da caça. O saola é listado como "Em Perigo Crítico" na Lista Vermelha da IUCN, ameaçado por "um risco extremamente elevado de extinção na natureza" o que, dada a sua raridade, significaria a sua extinção em toda parte, sem possibilidade de recuperação ou reintrodução.
Foto: WWF; matéria: ((o))eco


quarta-feira, 8 de junho de 2016

Onça-pintada em registro raro

Uma armadilha fotográfica registrou a presença de uma rara onça-pintada (Panthera onca) no Parque Estadual Serra do Mar (SP). A espécie, ameaçada de extinção, não era avistada na unidade de conservação há muitos anos. A armadilha registrou o animal em duas ocasiões: uma em dezembro de 2015 e outra em janeiro de 2016, ambas do mesmo indivíduo. O registro incomum aconteceu a apenas 200 metros da cidade de São Paulo e animou pesquisadores.


A onça-pintada que aparece nas imagens aparenta ser um indivíduo adulto, mas ainda não se sabe precisar se o animal é macho ou fêmea. Infelizmente, o vídeo da armadilha foi corrompido e o que aparece são apenas imagens estáticas da onça. Novas armadilhas 
deverão ser colocadas em locais diferentes dentro do parque para responder essa dúvida.
O Parque Estadual Serra do Mar é a maior porção contínua de Mata Atlântica no Estado de São Paulo e a maior UC do bioma. São 332 mil hectares, que abrangem 25 municípios paulistas, conectando as florestas da Serra do Mar desde o Rio de Janeiro e Vale do Ribeira, até o Paraná. Por conta da sua extensão, o parque é gerenciado por meio de núcleos administrativos: Bertioga, Caraguatatuba, Cunha, Curucutu, Itariru, Itutinga Pilões, Padre Dória, Picinguaba, Santa Virgínia e São Sebastião.
O recente registro foi feito no núcleo Curucutu, uma antiga fazenda produtora de carvão que foi adquirida pelo estado em 1958 com o objetivo de ser transformado em uma reserva florestal. Esse núcleo tem 37,5 mil hectares e sua área se estende por parte dos municípios de São Paulo, Juquitiba, Mongaguá e Itanhaém.
Por Daniele Bragança para ((o))eco


sexta-feira, 3 de junho de 2016

Bem-te-vi me inspirou

Bem-te-vi
canta brejeiro
ao nascer do dia.
Não te vi
só te escutei
mesmo ao meio dia.
Já te vi
no muro pousado
agora ao fim do dia.
Tetê*Ü*Guimarães


quarta-feira, 25 de maio de 2016

Animais e sustentabilidade

Chica, sempre de bem com a vida, nos convida a brincar com ela.


Dessa vez, no blog Chica Brincade Poesia ela nos chama pra botar a cabeça pra funcionar. A imagem de hoje é essa


Gato é bicho esperto e manhoso: quando não está aninhado e preguiçoso está aprontando alguma travessura. Esse aí, no telhado, deve estar à espreita de algum pássaro para variar o cardápio.

E já que estamos falando de gatos, algumas dicas ecológicas para pets: atualmente, a modernidade e os estilos de vida vem cobrando cada vez mais com que haja equilíbrio entre a utilização dos recursos naturais e tudo que envolva a sociedade. E nisto também se insere a questão dos Animais e Sustentabilidade. 
O número de bichinhos em casa, como “parte da família”, vem crescendo dia após dia, deixando o Brasil em 2º lugar neste ano no ranking mundial entre os países em que há mais animais domésticos. Todo pet adora e precisa se divertir extravasar as energias, correr, pular, rolar na grama, enfim, ser feliz. Os gatos amam acompanhar e tentar agarrar objetos que caminham pelo chão,  e uma boa opção é o “pega petisco” feito com garrafa de refrigerante descartável. Além de fácil e prático, é um entretenimento que ainda ajuda na nutrição deles, já que você irá colocar ração ou biscoitos dentro (e isso determinará o tamanho dos furos). Aprenda a fazer um:



Pegue uma garrafa pet, lave e deixe secar bem. Tampe-a novamente e, então, esquente uma faca no fogão ou utilize algum objeto profissional quente para fazer os furos por todo o corpo da garrafa. O tamanho dos buraquinhos será de acordo com o que você pretende colocar dentro, por isso meça bem a dimensão dos furos de acordo com a do “recheio”, já que as aberturas deverão ser um pouco maiores. Caso queira preencher com biscoitos, quebre-os, pois assim eles sairão com mais facilidade. Pronto! Agora é só chacoalhar e deixar no chão, que o bichano vai rolar o novo brinquedo e ficará entretido por horas. matéria do site cachorrogato


quinta-feira, 5 de maio de 2016

Botando a cabeça pra funcionar

Chica, sempre de bem com a vida, nos convida a brincar com ela.


Dessa vez, no blog Chica Brincade Poesia ela nos chama pra botar a cabeça pra funcionar. A imagem de hoje é essa


O dia amanheceu com grande alvoroço dos passarinhos. Eles sempre me acordam, gostam de pousar no parapeito para descansar suas asas, mas naquela manhã era uma algazarra! O que será que está acontecendo?
Cheguei na janela e - não pude nem acreditar! Os papaias que eu estava esperando amadurecer estavam virando banquete da passarinhada! Ô judiação!


Agora, falando sério, isso acontecia muito aqui no meu quintal e foi resolvido democraticamente e com muita diplomacia: os pássaros não comem a poupa do mamão, eles apreciam as sementes... Passamos a deixar no telhado do canil um potinho com água, um com ração para pássaros e um outro com sementes de mamão. E assim conseguimos comer nossos mamões sem que estejam bicados pelos danadinhos!


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Um absurdo!

O uso de borboletas em casamento virou polêmica nas redes sociais após a jornalista Claudia Matarazzo, especialista em etiqueta e comportamento, descrever um encontro entre 200 cerimonialistas de casamento e 30 noivas em São Luiz, no Maranhão, para debater as últimas modas. Lá, pediram-lhe opinião sobre a prática de soltar borboletas vivas em momentos chave da cerimônia. Ela escreve: “Ora, já ouvi falar dessa coisa bem brega (e ecologicamente criminosa), mas achava que fora um caso isolado de uma noiva muito sem noção. Engano meu: a moda continua – e com requintes de crueldade!”


Os detalhes são macabros: as borboletas saem da Bahia para qualquer Estado onde vai ocorrer a festa. Os pacotes variam entre uma caixa com borboletas, a ser aberta pelos noivos, ou as individuais, uma por convidado. Para realizar o transporte dos animais, é usado um método que consiste em esfriar a caixa onde os animais ficam confinados. O resfriamento varia de colocar a caixa em um saco com pedras de gelo ou num veículo com ar condicionado. Assim, as borboletas ficam paradas até  hora de serem soltas no evento. Porém, antes da festa, é comum a verificar quantas borboletas chegaram vivas para serem soltas na cerimônia. Como só dá para saber abrindo a caixa (e para evitar que as borboletas voem por ai antes da hora), o procedimento é, literalmente, colocar os animais na geladeira. O que estimula que peguem no sono num processo chamado diapausa, ou seja, um estado de “letargia” por conta da baixa temperatura. Minutos antes do momento de soltá-las para dar brilho à cerimônia, sacode-se a caixa para animá-las. 
reportagem ((o))eco; foto Bill McKee/Flickr

Vou fazer uma pequena pausa, vou passear um pouquinho, vou encontrar com o Papai Noel em Penedo RJ. Vou entregar minha cartinha em mãos! rs rs rs




quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Não a extinção!


O dugongo (Dugong dugon) é um mamífero aquático membro da ordem Sirenia, assim como seu primo, o peixe-boi. Diferente deste, que pode habitar tanto no mar quanto na água doce, o dugongo é um animal estritamente marinho. A espécie pode ser encontrada em águas quentes do litoral do Oceano Pacífico ocidental até a costa oriental de África. Culturas tradicionais ao longo da área de ocorrência valorizam o animal, que foi caçado por milhares de anos como fonte de alimento, ingrediente para medicina tradicional e decoração. Hoje, a distribuição da espécie é reduzida e esparsa, com muitas populações próximas à extinção. Mesmo com limites e proibições impostos pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas e a proteção em muitos países, a espécie ainda está ameaçada pela caça, pela degradação do habitat, e por mortes relacionadas com a pesca. A IUCN lista o dugongo como uma espécie Vulnerável à extinção. 
Foto: Matthijs Rouw_____((o))eco

Conhecer para amar e amar para preservar!


quinta-feira, 2 de julho de 2015

Nossa linda fauna


O Brasil corre o risco de perder um pouco do seu tempero. O sabiá-pimenta (Carpornis melanocephala) é uma espécie endêmica da Mata Atlântica, numa faixa que se estendia entre os estado de Alagoas até o Paraná. Hoje, a fragmentação do bioma restringe a espécie a uma série de reservas privadas ou Unidades de Conservação. Segundo o ICMBio e a IUCN, a perda de habitat pelo desmatamento torna a espécie vulnerável à extinção.
Também conhecido como pião-batata, corocoxó-do-litoral e cochó, o sabiá-pimenta vive nas copas e partes mais altas das árvores das florestas primárias de baixada e na restinga. Se alimenta de frutos e tem preferência pelos da palmeira-juçara.
De tamanho médio, tem cerca de 21 centímetros de comprimento, com a plumagem da cabeça toda negra, das costas e asas verde oliva e do peito, amarelada. O sabiá-pimenta é territorial e demonstra irritação com cantos e voos sobre os invasores.
Rafael Ferreira- Foto: Dario Sanches para ((o))eco


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Belezas naturais

Hoje trouxe para compartilhar com vocês, duas belezas da natureza:


O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses fica localizado na Microrregião dos Lençóis Maranhenses, litoral nordeste do estado do Maranhão, a cerca de 260 km da capital, São Luís. O parque abriga em seu interior aproximadamente 90.000 hectares de dunas livres, que atingem até 40 metros de altura. Entre as dunas, lagoas de água doce que variam entre os tons de verde e azul. Há também áreas de restinga e de costa oceânica, além da nascente do rio Preguiças, que corta todo o parque até a sua foz no oceano Atlântico. Uma inegável beleza cênica que é capaz de atrair turistas de todo o mundo, durante o ano inteiro. Foto: inthesitymad


O anambé-branco-de-máscara-negra (Tityra semifasciata), também chamado de araponguinha-de-rabo-cintado, vive nas bordas de capões e palmeiras da Amazônia meridional até o centro do Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul. Ocorre também no norte do Maranhão, no Tocantins e na parte oeste do Piauí. Sua faixa de ocorrência fora do Brasil, distribui-se do sul do Paraguai até o México.
A ave de porte médio, mede 21cm de comprimento, possui uma plumagem preto-esbranquiçada, e vermelha num anel ao redor do olho e na base do bico. A cabeça do macho é preta, enquanto na fêmea tem um tom acastanhado ou acinzentado. Alimenta-se predominantemente de insetos artrópodes. Os ninhos são construídos com muito material seco (folhas e pequenos galhos), dentro de buracos em árvores abandonados por de pica-paus e em buracos no topo de palmeiras mortas. Na época de reprodução, a fêmea põe de três a cinco ovos.
A espécie não se encontra sob risco de extinção. Dada a sua distribuição e abundância, foi classificada pela Lista Vermelha da IUCN como Pouco Preocupante.
Rafael Ferreira ((o))eco


domingo, 13 de julho de 2014

Se tem asas voa?

Domingo é dia de brincar com a Anne e a Chica, 
e começar a semana em alto astral.

A Chica nos deu a palavra DEDOS.


 Na Anne, dessa vez, o tema é ASAS.

Passei a semana com um jargão na cabeça: “Redbull te dá asas!” rs...rs...rs... E eu não conseguia pensar em outra coisa! Até que ontem, sim, apenas ontem, estava conversando com minha comadre e Lucas estava brincando perto. Eu me despedia e disse: preciso fazer um post para amanhã que tenha a palavra asas e o Lucas perguntou:
- Dinda, tudo que tem asas voa?
- Não, respondi: a xícara tem asa e não voa!
- Você é esperto, né... então vê se mata essa: o que é que tem asa, tem bico, não é ave e não voa? Ele coçou a cabeça, olhou pra mãe - que apenas ria da nossa conversa - e disse: desisto!
- O bule de café!
- Ah... isso não vale! Com apenas uma asa nada voa; tem que ter duas asas pra voar.
Minha comadre que até então só ria da nossa conversa, entrou no circuito e disse:
- É assim? Então me responda essa: a galinha é ave, tem duas asas e não voa! Fala aí espertinhos: por que a galinha não voa? Mas não é pra responder agora. Lucas trouxe o tablet e antes de começar a jogar, vai pesquisar sobre isso. Amanhã tem bolo de cenoura com chocolate pra quem me trouxer a resposta!


Você aí que está lendo sabe responder por que a galinha não voa? Eu não sabia... E tio Google me ajudou: Na verdade, a galinha voa, mas seus vôos são rasantes e curtos. Ela foi domesticada e perdeu a necessidade de voar para fugir de predadores; ficar no solo era seguro para essa ave. Assim, ela também não tem muito desenvolvidos os ossos pneumáticos, os sacos aéreos e a musculatura peitoral e das asas, que auxiliam nos vôos das aves.
Outro fator impede as “penosas” de voar: por causa de seu peso. A galinha doméstica é muito pesada, pois é criada em cativeiro para a produção de ovos e carne de frango. Dificilmente veremos uma galinha voando porque só convivemos com as gordas galinhas domésticas, criadas em cativeiro para serem consumidas pelos homens. (www.sitedecuriosidades.com)


O que será que o Lucas conseguiu achar?


quarta-feira, 25 de junho de 2014

Você sabe a diferença?

Tartarugas, cágados e jabutis são membros da ordem dos quelônios: os répteis dotados de carapaça. Embora pertençam à mesma ordem, e sejam muito parecidos, estes quelônios possuem diferenças entre si: os jabutis são os quelônios terrestres, ou seja, que vivem em terra; os cágados são os quelônios considerados semiaquáticos, aqueles realizam parte de suas atividades dentro da água e parte de suas atividades fora da água; as tartarugas são os quelônios que vivem todo tempo dentro da água saindo apenas para desovar ou tomar sol, aqui incluídas todas as espécies de tartaruga marinha e de água doce.



 Além dos habitat, características morfológicas também distinguem estes animais: em relação aos demais, o casco do jabuti é mais alto e bastante pesado. Em contraste, tartarugas e cágados têm cascos hidrodinâmicos: mais leves e num formato que os ajuda a não afundar na água e nadar com velocidade e agilidade. As patas traseiras do jabuti tem um formato cilíndrico, que lembram as patas de um elefante. Em razão dos membros curtos e o peso do casco, jabutis são famosos por mover-se lentamente. Os cágados possuem o casco mais achatado, o pescoço mais longo e suas patas possuem dedos com membranas. Quando precisam esconder a cabeça, ela é dobrada lateralmente para dentro do casco, diferente das tartarugas e jabutis que retraem o pescoço verticalmente. As tartarugas são os quelônios mais numerosos. Apesar de bem semelhantes aos cágados, suas patas em geral tem formato de pá, que usam como remos para nadar. matéria ((o))eco


domingo, 1 de junho de 2014

Dia de brincar!

Hoje é dia de colorir a semana e, dessa vez, o tema é CACHORROS.


Quem tem cachorro sabe bem o que vou falar, mas para quem não tem pode ser novidade: os cachorros falam com o rabo!
Quando mexe o rabo, o cão está se comunicando com você e o mundo. Se o rabo estiver levantado e abanabdo bastante, ele está feliz em te ver; se o balanço for meio irregular, pode ser sinal de curiosidade ou desconfiança. Se o rabo estiver entre as pernas e parado, é sinal de medo. Quando o rabo está na altura do corpo, bem esticado e parado, é sinal de agressividade; melhor tomar cuidado e não mexer muito com ele nesse momento!


E como toda mãe babona, falando de cachorros, tinha que postar as minhas filhotas She-ra e Free-da! São terríveis, mas eu as amo!


E, lá na Chica, a palavra é...  


Chuta a bola, balança a rede. GOOOOOOOLLLLLLL!


domingo, 25 de maio de 2014

Ai que vontade...

Hoje é dia de colorir a semana e, dessa vez, o tema é GATOS.


Dessa vez apostei fundo nas imagens:





E, lá na Chica, a palavra é...  


... e a minha frase é:


Tenha uma boa semana!





quarta-feira, 21 de maio de 2014

Preservar é o importante

Qualquer animal deve ser preservado, deve viver em seu próprio lar, que é a floresta. Na floresta, o animal sabe como comer, beber e como sobreviver. 


Apanhar animais ou pássaros, para mantê-los em jaulas e gaiolas é um grande ato de maldade, tanto que isso é proibido por lei. Ninguém pode dizer que é necessário caçar animais para comer, em nosso século, porque já temos criações apropriadas de espécies destinadas aos frigoríficos, onde são abatidos e vendidos para os açougues.

Existem pássaros criados em cativeiro (gaiolas ou viveiros), que já não podem viver em liberdade. Se fossem todos libertados, morreriam de fome, pois já não sabem procurar comida. São pássaros em extinção, isto é, pássaros que estão desaparecendo e, dessa forma, os criadores estão ajudando a defender essas espécies. A vida natural é a vida no campo, longe ou perto das cidades, mas distante da poluição. Isto está ficando difícil, também, pois no campo existem outras espécies de poluição, com venenos químicos, além do perigo natural que o homem enfrenta em contato com a natureza.
O “paraíso” que todos sonham encontrar nos sítios e fazendas, ficou no passado! A vida mudou, tem gente demais por toda parte e os métodos de trabalho também mudaram. Máquinas trabalham nas cidades e nos campos, as dores de cabeça da civilização são as mesmas em qualquer lugar. Atualmente, vivemos um tempo diferente daquele que nossos avós viveram. Aumentou a população, nasceu gente demais e as cidades foram crescendo, crescendo... A humanidade mudou de tempo! ((o))eco